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CRO-SC intensifica luta por projeto de lei implantando odontologia hospitalar em Santa Catarina

Nova reunião sobre um Projeto de Lei de Obrigatoriedade da Odontologia Hospitalar nas UTIs Públicas e Privadas de SC aconteceu ontem (15) na Assembleia Legislativa entre o deputado estadual Kennedy Nunes (PTB), a presidente do CRO-SC, Sandra Silvestre, e a procuradora geral do Conselho, Dulcianne Beckhauser Borchardt. Na oportunidade, Sandra Silvestre reforçou os argumentos a favor de legislação própria sobre o assunto e foi convidada a apresentar dados aos deputados catarinenses na tribuna livre da Alesc no dia 24 de março às 9h.

O deputado também comprometeu-se a encaminhar moção ao governador Carlos Moisés sobre a importância do projeto. A reunião de ontem faz parte da luta do Conselho pela implantação da odontologia hospitalar em Santa Catarina. O CRO-SC esteve com Kennedy Nunes em setembro do ano passado para tratar do assunto e, naquela ocasião, o deputado informou ser sua intenção encaminhar projeto de lei à Comissão de Constituição e Justiça da Alesc.

O empenho do CRO-SC para tornar essa lei em realidade vem desde o início da gestão passada, sendo que já houve reunião com o governador Carlos Moisés e o secretário Executivo de Articulação Nacional Lucas Esmeraldino para tratar do assunto, bem como envio, em agosto do ano passado, de ofício pedindo apoio a todos os deputados de Santa Catarina, incluindo informações, dados e estudos sobre o assunto.

Sandra Silvestre falou de sua preocupação com a possibilidade do grande risco das infecções com origem oral se transformarem em pneumonias, que é a principal complicação associada aos cuidados de saúde na UTI, ocorrendo em até 40% dos pacientes em ventilação mecânica, e pode ser prevenida com protocolos de higiene oral, remoção de focos infecciosos de origem odontológica entre outras medidas.

“É importantíssimo que seja proposta lei em nosso estado tornando obrigatória a presença de profissionais de odontologia na equipe multiprofissional das unidades de terapia intensiva (UTIs), de clínicas e hospitais públicos ou privados em que existam pacientes internados”, reforçou Silvestre ao deputado.

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